Na Metrópole

13 de jun. de 2007

Os Seis Graus de Separação

A idéia dos seis graus de separação surgiu pela primeira vez em 1967, quando o psicólogo norte-americano Stanley Milgram publicou a teoria de "mundo pequeno" na revista Psychology Today. Neste estudo, Milgram descobriu que voluntários nos Estados norte-americanos de Nebraska e Kansas conseguiram chegar a pessoas desconhecidas em Massachusetts usando uma rede de amigos, contatos comerciais e outras relações.

O assunto foi abordado também em outros estudos, além de filmes, como o documentário "Meu Encontro com Drew Barrymore", e jogos, como "Oráculo de Bacon".

No filme "Meu Encontro com Drew Barrymore", Brian Herzlinger tem apenas 30 dias e U$1.100,00 para se encontrar com a famosa estrela de Hollywood Drew Barrymore, por quem é fanático desde a infância. Ele se utiliza desses graus de separação e consegue falar com produtores, atores, amigos e até a esteticista da Drew, mas não vou falar se ele consegue se encontrar com ela. Estraga a surpresa.

O jogo "Oráculo de Bacon" faz a relação do ator Kevin Bacon com os demais artistas presentes no site IMDB, e cria o grau de relação Bacon. Fernanda Montenegro, por exemplo, tem um número de Bacon de 3, obtido da seguinte forma: ela atuou em Joana Francesa (1973) com Jeanne Moreau; esta atuou com Eli Wallach em The Victors (1963) e, finalmente, este atuou com Kevin Bacon em Mystic River (2003).

A internet é uma grande via para estreitar relacionamentos, e a idéia dos seis graus de separação continua presente. Um exemplo é o Orkut, onde embaixo do nome de alguma pessoa cujo perfil você visita aparece a relação que você tem com essa pessoa, quando existe alguma.

Você já fez alguma vez essa relação para saber qual o grau de separação entre você e alguém famoso ou desconhecido?

Marcadores: ,

28 de mar. de 2007

Empresas brasileiras dizem não aos blogs

Saiu na INFO


"Uma pesquisa feita no Brasil revela que os blogs estão longe de ser realidade nas empresas.
De acordo com o estudo, que ouviu 1 008 executivos entre agosto e setembro do ano passado, apenas 0,54% das empresas utilizam blogs próprios e 2,62% capturam dados dos clientes em páginas externas ou sites de redes sociais.
Ricardo Pomeranz, coordenador da pesquisa realizada pela Rapp Collins, afirma que, apesar de 70 mil novos blogs serem criados em média por dia, essa ferramenta é ainda uma novidade para as empresas, que estão acostumadas com os processos convencionais de comunicação.
Exemplo disso é que somente 5,55% das empresas que desenvolvem ações de relacionamento com seus clientes fazem campanhas utilizando as redes sociais.
Segundo o estudo, 8% das companhias pesquisadas permitem que pessoas de fora da empresa alimentem o blog sem restrições e 8% oferecem incentivos não financeiros para colaboradores externos.
A pesquisa apontou ainda que entre as empresas que mantém blogs 20% contrataram um funcionário exclusivamente para desenvolver essa ferramenta; 20% optaram por uma pessoa ou empresa externa para responder em seu nome; e 44% utilizam a participação dos próprios funcionários."


Pois é, pouca gente entende o valor de um blog corporativo. Acho que o principal motivo é o receio de receber críticas e elas influenciarem outros clientes.

Mas o blog é isso aí, diferente de um website corporativo, é um canal de comunicação aberto onde o feedback é constante. Onde os consumidores podem elogiar, criticar, sugerir, reclamar, reivindicar, etc. A postura da empresa deve ser a mais transparente possível. Não tem outro jeito.

No exterior, várias corporações mantem blogs. Humaniza a empresa, promove a marca, abre mais um canal de relacionamento com o cliente e etc. Só para citar alguns:

Jonathan Schwartz (President & CEO, Sun Microsystems)
Kevin Lynch (Chief Software Architect, Adobe)
Blog do Google Brasil
Blog do Skype Brasil

Para entender melhor a utilidade dessa ferramenta, é recomendado a leitura do Blog Corporativo do Fábio Cipriani e consequentemente de seu livro.

É isso ai!

Marcadores: , ,